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	<title>bLex &#187; Luis Fabian Barbosa</title>
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	<description>Blog Jurídico</description>
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		<title>Não Gostou? Que Coisa!</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 03:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fabian Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano Forense]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pitoresco]]></category>

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		<description><![CDATA[
<p>Recebi um e-mail de um colega e fui checar no site do Tribunal de Justiça de São Paulo os autos do processo 510.01.2006.002767-3, em que ao rejeitar embargos de declaração, o juiz da 1ª Vara Cível da Comarca de Rio Claro/SP despachou: &#8220;Rejeito os embargos de declaração da Bradesco Auto/Ré porquanto a sentença estipulou expressamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Recebi um e-mail de um colega e fui checar no site do Tribunal de Justiça de São Paulo os autos do processo 510.01.2006.002767-3, em que ao rejeitar embargos de declaração, o juiz da 1ª Vara Cível da Comarca de Rio Claro/SP despachou: &#8220;Rejeito os embargos de declaração da Bradesco Auto/Ré porquanto a sentença estipulou expressamente os juros e correção devidos, de maneira que não há contradição nem omissão a declarar. Não gostou da sentença <span id="more-677"></span>apele e pare de procrastinar. Que coisa! Int.&#8221;<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Não acreditam? Vejam abaixo o inusitado e mal-educado despacho (no dia 03/08/2009):<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Urbanidade? Pra quê?<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt"><img class="alignnone size-full wp-image-678" title="TJSP1255057204065j" src="http://blex.com.br/wp-content/uploads/2009/10/TJSP1255057204065j.jpg" alt="TJSP1255057204065j" width="1014" height="1269" /><br />
</span></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fblex.com.br%252Findex.php%252F2009%252Fdia-a-dia%252F677%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22N%C3%A3o%20Gostou%3F%20Que%20Coisa%21%22%20%7D);"><script type="text/javascript">topsyWidgetPreload({ "url": "http%3A%2F%2Fblex.com.br%2Findex.php%2F2009%2Fdia-a-dia%2F677", "style": "small", "title": "Não Gostou? Que Coisa!" });</script></div>

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		<title>Contando, Ninguém Acredita&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 23:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fabian Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano Forense]]></category>
		<category><![CDATA[Plantão Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Societário]]></category>
		<category><![CDATA[Teratologia]]></category>

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		<description><![CDATA[
<p style="text-align: justify">Certa ocasião, fui procurado por um cliente que, desesperado, trazia consigo um mandado de citação em uma ação cautelar inominada manejada contra si por seu sócio.
</p>
<p style="text-align: justify">A exordial trazia pedido liminar de afastamento do meu cliente da administração da empresa, e a conseqüente manutenção do autor na referida função, o que foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Certa ocasião, fui procurado por um cliente que, desesperado, trazia consigo um mandado de citação em uma ação cautelar inominada manejada contra si por seu sócio.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">A exordial trazia pedido liminar de afastamento do meu cliente da administração da empresa, e a conseqüente manutenção do autor na referida função, o que foi deferido conforme se vê do trecho da decisão prolatada pelo Juízo Plantonista, abaixo transcrito:<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-left: 126pt"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Portanto, com fundamento no que foi exposto e considerando os fatos narrados na exordial, DEFIRO A MEDIDA LIMINAR no sentido de que autorize a imediata entrada em funcionamento da loja, bem como a troca de <span id="more-618"></span>cadeados e o exercício do direito de gerência pelo demandante, autorizando o uso de força policial para dar cumprimento à decisão no que se relaciona a abertura da loja, através de arrombamento, ressalvando a possibilidade de serem aplicadas as penalidades de crime de desobediência em caso de oposição à essa ordem.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Após isto, mediante protocolização de novo pedido pelo Autor, no mesmo dia, o Juízo plantonista complementou a liminar nos moldes seguintes:<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-left: 126pt"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Assim, com os mesmos fundamentos que sustentam a decisão de fls. 26/27 e considerando os fatos narrados, DEFIRO O PEDIDO determinando que o gerenciamento da empresa venha a ser exercido pelo requerente, como também, em conseqüência, seja vedada a prática pelo requerido de quaisquer atos tendentes a dificultar ou impedir o pleno funcionamento da loja, <span style="text-decoration: underline;"><strong>inclusive impossibilitando-o de adentrar nas suas dependências</strong></span> até ulterior deliberação judicial, sob pena de cominação de multa diária no valor de R$ 400,00 (quatrocentos reais).<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">O Juízo Plantonista daquela semana realmente parecia desconhecer a legislação civil que trata sobre o tema. O Código Civil Brasileiro estatui em seu art. 1021, o seguinte<em>:</em><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-left: 126pt"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt"><strong>Art. 1021 – Salvo estipulação que determine época própria, o sócio pode, <span style="text-decoration: underline;">a qualquer tempo</span> examinar os livros e documentos, e o estado da caixa e da carteira da sociedade.<br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Igualmente, Fábio Ulhoa Coelho, referência em Direito Empresarial no Brasil, ensina sobre Direitos dos Sócios o seguinte:<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-left: 126pt"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">No campo dos direitos (dos sócios), podem ser citados os seguintes:<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-left: 126pt"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">a) <span style="text-decoration: underline;">Participação nos resultados sociais</span> – os lucros gerados pala sociedade, em função do que for deliberado pela maioria societária, observadas eventuais disposições contratuais pertinentes, terão uma das seguintes destinações (&#8230;)<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-left: 126pt"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">b) <span style="text-decoration: underline;">Administração da Sociedade</span> – o sócio da sociedade contratual tem o direito de intervir na administração da sociedade, participando da escolha do administrador, da definição da estratégia feral dos negócios, etc. É claro que a vontade da minoria societária não prevalecerá em confronto com a da maioria, mas é assegurado a todos os sócios o direito de participação nas deliberações sociais.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-left: 126pt"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt"><strong>c) <span style="text-decoration: underline;">Fiscalização da Administração</span> – o sócio tem o direito de fiscalizar o andamento dos negócios sociais, especificando a lei duas formas de exercício deste direito: exame, a qualquer tempo o nas épocas contratualmente estipuladas, dos livros, documentos, e do estado de caixa da sociedade (CC, art. 1.021); e prestação de contas aos sócios pelos administradores (CC, art. 1.020), na forma prevista contratualmente ou no término do exercício social.<br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify; margin-left: 126pt"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">d) <span style="text-decoration: underline;">Direito de Retirada</span> – o sócio pode, em determinadas condições, retirar-se da sociedade, dissolvendo-a parcialmente. Terá, então, direito de receber, do patrimônio líquido da sociedade, a parte equivalente à sua cota do capital social.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-left: 126pt"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">(COELHO. Fábio. Manual de Direito Comercial. 18 ed. São Paulo: Saraiva, 2007, pp. 142-143)<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">De fato, a decisão que proíbe o Réu de entrar na loja, exercer a administração da loja ou sequer fiscalizar a administração da loja é, efetivamente decisão que desrespeita preceito legal e entendimentos doutrinários e jurisprudenciais.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Verificando que se tratava de decisão <em>contra legem </em>(contrário a dispositivo legal), no mesmo dia atravessei petição ao Juízo Plantonista com pedido de reconsideração da decisão, mesmo sabendo que tecnicamente não seria o caminho mais adequado a tomar.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">PASMEM. O Juiz Plantonista apreciou o pedido e em seu despacho informou que não havia razão suficientemente aceitável para rever sua decisão, mantendo-a, portanto, em todos os seus termos.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Ainda bem que uma hora o processo sai do plantão e vai para a vara.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Chegando na vara, protocolizei novamente petição idêntica a que havia apresentado ao Juiz Plantonista. O fato é que àquela altura eu me recusava a ter que recorrer de algo que o juiz sabia ser ilegal.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Felizmente, o magistrado da Vara Cível, teve bom-senso, e reviu a decisão, exarando o seguinte despacho:<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify; margin-left: 126pt"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Assiste razão ao Requerido quando assevera em sua petição retro colacionada que o teor das liminares contrariam dispositivos de lei, haja vista que o Requerido é, notadamente, conforme instrução documental de força probante, sócio da empresa cuja loja está impedido de adentrar. Entendo, outrossim, que a aplicação das astreintes, com o pleno intuito de impedir o Requerido de adentrar nas dependências da loja de cujo quadro societário é pertencente, torna-se irrazoável e contraditória, não havendo lógica quando se depara com os dispositivos legais atinentes aos direitos e obrigações dos sócios, bem como à administração da empresa. (vide arts. 1.001 à 1.021 do CCB) Pelo exposto, e por tudo mais que nos autos constam, invocando-se o teor legal prescrito no art. 807 do Código de Processo Civil, hei por bem de REVOGAR in totum a medida cautelar concedida liminarmente, para fim de proporcionar ao Requerido o direito de acesso e administração da loja, nos moldes e parâmetros do contrato social.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Desta vez, o final foi feliz, mas poderia ter sido trágico. Ah! Durante os quatro dias que meu cliente ficou afastado da loja, seu sócio deu um rombo de R$28.000,00 no caixa da empresa. Coincidência?<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">MORAL DA HISTÓRIA: Em certos plantões judiciais, até elefante voa&#8230;<br />
</span></p>
<p><span style="font-size:12pt"><br />
</span></p>
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		<title>Preciosismo que beira ao absurdo</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 02:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Fabian Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades Legais]]></category>
		<category><![CDATA[fumo]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>

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		<description><![CDATA[
<p>Na última sexta-feira, deparei-me ao ler o Diário Oficial do Município, com algo que me chamou especial atenção. Trata-se da Lei Municipal n.º 1364/2009, que, seguindo o exemplo de São Paulo, proíbe o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, em ambientes de uso coletivo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Na última sexta-feira, deparei-me ao ler o Diário Oficial do Município, com algo que me chamou especial atenção. Trata-se da Lei Municipal n.º 1364/2009, que, seguindo o exemplo de São Paulo, proíbe o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, em ambientes de uso coletivo, públicos ou privados no Município de Manaus.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Ocorre que, em uma tentativa de estender ao máximo o alcance da norma, o legislador <span id="more-234"></span>impôs a proibição a todos os recintos de uso coletivo, total ou parcialmente fechados em qualquer dos seus lados por parede, divisória, teto ou telhado, ainda que provisórios, onde haja permanência ou circulação de pessoas.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">A vedação carrega demasiado preciosismo, na medida em que em qualquer local aberto (sem paredes), tendo cobertura, não será permitido o fumo.Igualmente, em qualquer local descoberto limitado por paredes não será possível fumar.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">A preocupação reside no fato de que os empresários do ramo do entretenimento (bares, restaurantes, casas noturnas) não poderão sequer reservar área para fumantes em seus estabelecimentos, já que sendo ela externa necessitaria ter cobertura (já que as chuvas não dão trégua em nossa cidade), e sendo ela dentro do imóvel (uma área externa nos fundos do imóvel), não poderia ser limitada por paredes ou muros.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">O absurdo maior é que a sanção prevista na lei não será aplicada aos fumantes que a descumprirem, mas sim aos empresários em cujo estabelecimento o cliente fumar. Determina a lei que o empresário deverá cuidar, proteger e vigiar para que no local de funcionamento de sua empresa não seja praticada infração ao disposto na lei.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Parece-me correr na mão inversa do direito econômico a referida lei. Se determinado empresário quisesse criar um bar ou casa noturna especificamente para fumantes, não poderia. Não seria isto contrário ao Princípio da Livre Iniciativa, previsto no art. 170 da Constituição Federal? Penso que sim<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Ademais, outras políticas de contenção do uso de fumo poderiam ser utilizadas no Brasil, a exemplo do que ocorre em países europeus e norte-americanos, como a elevação de tributos incidentes sobre o fumo, imposição de áreas reservadas para fumantes totalmente separadas das áreas para não fumantes, necessidade de licença específica para estabelecimentos com área reservada a fumantes, proibição do fumo em locais que servem refeições, etc.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">Portanto, empresário, se quiser que seu cliente possa fumar em seu estabelecimento, não há nada que possa fazer. Ele simplesmente não pode.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt">E a você que faz uso do fumo, cuidado! Se for fumar na rua, olhe para cima,VOCÊ PODE ESTAR DEBAIXO DE UMA MARQUISE!!!<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt"><em>Nota do bLex: O autor é advogado e fumante.<br />
</em></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman; font-size:12pt"><br />
</span></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fblex.com.br%252Findex.php%252F2009%252Flegis%252F234%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Preciosismo%20que%20beira%20ao%20absurdo%22%20%7D);"><script type="text/javascript">topsyWidgetPreload({ "url": "http%3A%2F%2Fblex.com.br%2Findex.php%2F2009%2Flegis%2F234", "style": "small", "title": "Preciosismo que beira ao absurdo" });</script></div>

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