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Eleição Nenhuma Vale Minha Dignidade: A verdade sobre o ataque a Vanessa Grazziotin

Apesar de trabalhar ativamente na esfera eleitoral, nunca me vali deste espaço para refletir os interesses políticos de meus clientes. Sou um técnico, não um político. Sou advogado eleitoralista que nunca foi filiado a qualquer partido político e que já trabalhou parar clientes de todo o espectro ideológico. Além disso, o bLex é, e sempre será, um veículo de debate de questões técnicas e de interesse pessoal (que, reconheço, anda bem abandonado desde um problema técnico sofrido há alguns meses).

É muito comum que candidatos, em período eleitoral, se desentendam uns com os outros. Como advogado, sempre defendi ferrenhamente os interesses de meus clientes, sabendo separar bem os aspectos profissionais dos políticos.

No entanto, a coisa muda de figura quando alguém, no interesse de alvejar um cliente, volta sua artilharia contra a pessoa do advogado. Ai, o problema deixa de ser profissional e eu passo a ter um interesse pessoal em me defender.

O candidato Arthur Virgílio Neto, mui infelizmente, resolveu trilhar por este caminho. Para desacreditar o ataque sofrido por Vanessa Grazziotin na entrada do debate seria falso, apresentou um slideshow em sítio oficial de sua campanha onde diz “Acompanhe agora o passo a passo da farsa montada por Vanessa e suas equipes de marketing e jurídica“.

Ao dizer que a equipe jurídica de Vanessa está por traz da “farsa”, o candidato faz uma acusação que repousa diretamente sobre os meus ombros. Afinal, eu sou o coordenador do jurídico da campanha da candidata. Sou o único advogado que detém procuração arquivada em seu nome. E eu estava presente no dia do incidente, intervindo perante as autoridades constituídas para que cumprissem seu papel.

Não bastasse, a acusação atinge diretamente meu amigo Marco Aurélio Choy, que não apenas divide comigo a tarefa de cuidar do jurídico, sendo o profissional que representa publicamente o jurídico de campanha, mas também que foi nominalmente citado na apresentação do candidato Arthur.

Todos que me conhecem sabem que eu jamais, jamais aceitaria sequer participar direta ou indiretamente de qualquer farsa, fraude, pilantragem ou coisa que o valha. Tenho uma reputação a defender, honro os sobrenomes que carrego e a minha dignidade não se suspende durante o período eleitoral.

A melhor forma de demonstrar que não participamos de qualquer farsa é demonstrando que não existiu farsa alguma. É isso que pretendo fazer.

Eis o plano de fundo: A candidata Vanessa Grazziotin foi alvo de uma cusparada em seu rosto quando chegada para participar do debate que ocorreu no último 11/09. A imprensa noticiou que ela foi alvejada por um ovo. O candidato Arthur diz que é armação.

Vamos ver agora se essa versão merece qualquer respeito.

1. As imagens utilizadas para justificar a versão da “farsa” são de MINUTOS DEPOIS DA AGRESSÃO.

As imagens que compõem a teoria conspiracionista de Arthur são todas da candidata Vanessa andando, fora do carro, com resíduos no rosto.

 

 

Apesar de debater temas de alta indagação como “em que mão está a caixa de halls” ,”olhe como a roupa dela está limpa” e “percebam o confete metálico na testa”, tais imagens são inconsequentes ao fato. Como se verá mais embaixo, no momento em que foi agredida, a candidata estava dentro do seu veículo. Aliás, a agressão ocorreu alguns minutos ANTES que essas fotos fossem tiradas.

 

2. As imagens verdadeiras mostram que a agressão verdadeiramente ocorreu

Antes de mostrar o momento da agressão, tenho desde logo que externar minha imensa tristeza em fazê-lo. É degradante ter que publicar essas imagens, que mostram uma mulher, uma senadora da república, numa situação de absoluta humilhação, para provar que a agressão que sofreu foi, de fato, verdadeira. Nenhuma mulher gostaria de tornar públicas imagens como essas.

Não bastasse o vilipendio de receber um escarrado cuspe nos olhos (o que, convenhamos, é muito pior do que um ovo), a candidata se viu obrigada à nova indignidade de ter que ser exposta naquele momento triste.

A denegação de fatos evidentes não é uma técnica nova. Até hoje os nazistas denegam a ocorrência do holocausto, como forma de legitimar suas odiosas pretensões. É sempre haverão incautos que acreditarão, sem questionar, a denegação feita. As nossas redes sociais mostram – tristemente – quanto corpo tomou a tese de denegação da ofensa, encampada por Arthur e sua campanha (apesar de as imagens apresentadas por ele se constituírem, em essência, prova de absolutamente nada para aqueles com qualquer senso crítico).

É para jogar uma pá de cal em cima da tresloucada tese adotada que apresentamos os fatos. Eis a verdade.

As imagens abaixo mostram uma sequência de fotografias tiradas no momento em que Vanessa chegava ao debate.

Sorridente, alegria nos olhos, pondo-se à disputa democrática pelos meios republicanos.

 

A alegria continua. A moça de boné se aproxima.

 

 

Continua a festa na próxima imagem.

 

E então, ocorre a agressão.

 

Vejam, no detalhe, a primeira imagem após a candidata ter sido alvejada por uma cusparada.

As imagens que se seguem mostram o desespero, o asco e o horror de alguém que é atingida por uma substância viscosa na face e nos olhos. Aviso que não são imagens fáceis de ver.

 

Eis a resposta mais eloquente possível à insensibilidade e malícia da campanha de Arthur.

3. Não era ovo. Quem insistiu na história de ovo foi a imprensa e não a campanha.

No meio da confusão da entrada no debate, a candidata Vanessa foi alvejada por algo gosmento no rosto enquanto ainda estava no carro. Não presenciou de onde veio a agressão. Ao sair do carro, presumiu pela consistência que tivesse sido um ovo e disse isso àqueles que a cercavam.

Quando o jurídico identificou testemunhas da ofensa, ainda no local do debate, estas foram unânimes em dizer que a senadora foi alvejada por uma cusparada e não um ovo. Desde então, não mais se falou em ovo.

Este é o boletim de ocorrência do fato (que, aliás, consta no slideshow do candidato):

 

Atenção para os seguintes detalhes:

Primeiro, o boletim foi registrado às 01:49 da manhã do dia 12/09/2012. Ou seja, logo após o debate.

 

Segundo, a descrição do fato é clara ao dizer que a candidata foi “alvejada diretamente por uma cusparada nos olhos”:

 

 

Apesar disso, a versão dos ovos foi ganhado vida própria na imprensa.

 

4. Os apoiadores da campanha de Arthur estavam posicionados de ambos os lado de veículo.

Uma das alegações do slideshow é que os apoiadores de Arthur estava do outro lado do veiculo que adentrou na emissora.

 

 

Conquanto, de fato, grande massa de apoiadores estivessem do outro lado, isso não é verdade de todos. Aliás, alguns apoiadores já compareceram com ânimo de ofender a candidata. Alguns chegaram portando bonecas de bruxas e de feiticeiras de candomblé com dizeres ofensivos.

 

 

Pois bem. Percebam que na multidão ao lado da janela aberta, aparece claramente em várias fotos, e próximo ao veículo, a boneca do candomblé.

 

 

Isso prova que nem todos os apoiadores de Arthur estavam do outro lado da pista.

Em tempo: as testemunhas no local indicam como o suspeito pela agressão o rapaz de camisa limão que estava portando a outra bruxinha.

Esta é a verdade. Estes são os fatos.

5. Em Conclusão.

Espero que, independentemente da opção política de cada um, fique claro e evidente que nem eu, nem o Marco Aurélio Choy, nem ninguém do jurídico da campanha de Vanessa esteve de qualquer modo envolvido na montagem de qualquer farsa já que a única farsa é a aquela que nega a ocorrência do fato.

Espero que reste claro, independentemente da qualquer elemento político, que a agressão existiu.

Registro meu profundo pesar com a postura de Arthur, político que até ontem tinha meu mais absoluto respeito. Não tem mais. Um político que, para proteger sua candidatura, nega um fato inconteste não merece meu respeito. Um político que força uma mulher agredida a expor sua humilhante agressão ao mundo para recompor a verdade, não merece meu respeito. Um político que, conscientemente e sem escrúpulos, aponta o dedo para pessoas de bem para acusa-las caluniosamente de perpetrar uma fraude, não merece meu respeito.

Já disse antes, e repito com orgulho: Eu tenho dignidade que nenhuma eleição me toma.

23 comments to Eleição Nenhuma Vale Minha Dignidade: A verdade sobre o ataque a Vanessa Grazziotin

  • Ana Paula Freire

    Daniel, vocês pretendem entrar com uma ação contra A Crítica, já que a invenção do ovo partiu de lá e isso claramente prejudicou a campanha da Vanessa?

  • Ismael Benigno Neto

    Daniel, infelizmente me convenci de que algo aconteceu ali, menos uma farsa montada pela candidata – muito menos pela assessoria jurídica dela. As imagens dizem muito, de verdade, mas o que me convence é a sua indignação. Como eu disse a um editor de A Crítica ontem, o problema é que em eleição isso vale muito. É como final de campeonato, quando um toque no cabelo derruba o atacante, que se contorce em dores no gramado, para cavar um pênalti. O jornal criou a história do ovo, apressado para repercutir o que era a primeira impressão da candidata. Ela podia se enganar sobre o que a atingiu. O jornal, não. Deu no que deu. Hoje acredito no principal: sim, houve uma agressão à candidata. Não sei quem foi, por que fizeram, nem no que vai dar. Mas francamente, isso pra mim é o que menos importa. O que fica é a tristeza de saber que, neste circo de horrores de toda eleição, sempre sobressai o pior das pessoas. Meu respeito à sua indignação e meu desejo de que, depois de tanta trapalhada e tanta tragicomédia, a eleição privilegie as propostas dos candidatos. Os que apresentam propostas – entre eles o meu, que não é a senadora – também foram prejudicados por tudo isso. Comentei muito pouco sobre tudo isso, porque é realmente muito triste debater o material da agressão, mas a partir daqui me abstenho de fazer parte do circo da opinião pública sobre o caso. É o mínimo que faço. Um abraço.

  • Márcio Lira

    Em você, confio. Mas uma dúvida: “Em tempo: as testemunhas no local indicam como o suspeito pela agressão o rapaz de camisa limão que estava portando a outra bruxinha”. Mas a foto que mais mostra a cusparada aparece uma moça (de boné). Não entendi…

  • Thirso Del Corso Neto

    Daniel, de onde surgiram os confetes que apareceram grudados na face da candidata? Não creio em uma armação nem por parte do grupo da candidata Vanessa e nem por parte do grupo do candidato Arthur. Acredito que foi apenas um ato de um partidário mais exaltado de algum concorrente da candidata, nada planejado, apenas um ato impensado, decorrente do calor e empolgação da disputa direta que o debate gera.
    Independente da autoria do ato, cuspir, jogar ovos ou qualquer outra coisa com o intuito de agredir, denegrir a imagem e humilhar uma mulher é um ato de covardia que merece uma sanção do poder público.

  • Tanara

    Daniel, se somarmos ainda os palavrões, o fato de varias pessoas terem batido no carro fazendo barulho, dizendo que ela estava com medo etc etc. É triste, realmente lamentável que tenhamos que chegar a esse ponto para provar que algo que foi tão óbvio tenha acontecido.

    Um abraço

  • Suely Xavier

    Daniel,

    Infelizmente os inescrupulosos, tentam esconder, camuflar o real debate! O que a atingiu, não importa! O que importa é: Uma mulher, que sempre teve o respeito, o carinho e admiração até daqueles que não concordam com suas ideias, sendo agredida no que o ser humano tem de mais valioso: Sua dignidade!! E pq? Por defende suas ideias?? Não, pq é uma ameaça aos planos de poder de seu adversário político! Obrigada Daniel, por ajudar a desmascarar os mentirosos, mesmo que a um preço tão caro, que não seria qualquer mulher a pagar!

  • Rino Soares

    Como assim? “Alguns chegaram portando bonecas de bruxas e de feiticeiras de candomblé”. Na realidade também achei q as fotos da imprensa de Manaus não provavam farsa nenhuma, mas bruxa e feiticeira de camdomblé??? desde quando candomblé tem bruxa, rapaz? parece papo de inquisição. Tu é leso é? Ficou preconceituoso teu papo, viu? quem pagou o pato foi a galera das religiões afro-brasileiras…

  • Carlos

    Caro Daniel,
    Acredito que foi precipitado associar uma suposta armação à equipe jurídica da candidata Vanessa, principalmente sabendo que dessa equipe fazem parte Vossa Excelência e o nobre causídico Marco Aurélio Choy, ambos de reputação ilibada. É por isso que acredito que os programas eleitorais da candidata Vanessa veiculados após o dia do debate não passaram pelo seu crivo, pois o Nobre Dr., como assessor jurídico correto que é, jamais permitiria que outro candidato fosse acusado pela agressão nos tais programas.

    Abraços e minha solidariedade a sua cliente.

  • Joaquim de Sousa Arnaud

    Daniel, quem é a pessoa que aparece nas fotos do Artur mechendo numas estrelinhas de papel que aparecem na testa da candidata Vanessa?

  • Diego Nunes

    A verdade que pelas fotografias não é possível concluir se existiu a agressão ou se uma farsa. As fotografias são momentos estáticos, sem a dinâmica ideal do evento. Enfim, somente uma investigação séria pode levar à uma conclusão sem o ardor do embate político.

  • Daniel Fábio Jacob Nogueira

    Márcio,
    Segundo apuramos, o autor da agressão estava logo atras do fotografo que tirou as fotos. O fotógrafo também ficou sujo de cuspe no cabelo. A moça de boné estava indo abraçar a candidata.

  • Daniel Fábio Jacob Nogueira

    Thirso,

    Logo depois da agressão, com o veículo logo mais a frente, foi disparada uma daquelas bombas de confete metálico usadas em festas. Como o rosto da candidata estava todo melecado, estrelas e corações de confete grudaram na testa. Tanto é que ela já sai do veículo com os confetes na testa.

  • Daniel Fábio Jacob Nogueira

    Rino,
    Talvez eu não tenha me expressado bem. São duas bonecas diferentes. Uma era uma bruxa, daquelas de tradição medieval, que voam em vassouras. Esta é a que esta empunhada nas fotos pelo rapaz de camisa limão e na qual está pendurada uma placa falando da candidata. Outra é uma praticante de candomblé, que está empunhada com o rapaz que está com a estola de padre.

  • Daniel Fábio Jacob Nogueira

    Joaquim,
    Naquele momento, o rapaz que está tirando o confete da testa de vanessa (já fora do carro, no pátio da emissora, muito depois do ataque) é o responsável pela comunicação da campanha, que está só limpando a candidata antes para que passe pelo papelão de entrar na emissora e ser vista por todos – inclusive candidatos adversários – com um confete pregado na testa.

  • Daniel Fábio Jacob Nogueira

    Diego,
    Investigação séria e isenta está sendo pedida pela candidata à Polícia Federal, que certamente colocará um pá de cal sobre a alegação de farsa após periciar todas as informações disponíveis.

  • Carolina Varella

    Daniel, quem é a moça de boné? Ela aparece em todas as imagens. Na foto onde você coloca a legenda “E aí ocorre a agressão.”, esta moça de boné, tem uma mão, nitidamente, tapando seu rosto (você consegue perceber essa mão?)E em seguida as fotos evidenciam o rosto da senadora todo sujo. A moça de boné fala mais algumas coisas no ouvido da candidata. Perceba também que um braço segura e mantém a candidata com o rosto do lado de fora do carro (quando a reação natural é voltar o rosto pra dentro do carro), enquanto este braço segura a candidata, a tal mulher de boné fala coisas no ouvido da mesma. Talvez seja apenas uma impressão minha, mas vendo estas fotos (pela primeira vez) não deixei de notar. Enfim, fica clara a agressão. Uma verdadeira vergonha, mesmo que eu não apoie e compartilhe da mesma visão da senadora Vanessa, fica óbvio o desrespeito. Estranho é que ninguém consiga identificar com clareza a pessoa que acertou em cheio a senadora. Mesmo com tantas fotos, máquinas fotográficas, ninguém conseguiu registrar o momento em que uma pessoa se aproxima e cospe. Nem a segurança, nem os apoiadores, ninguém. Muito obrigada pelos esclarecimentos. Você clareou muito a minha primeira impressão sobre o fato.

  • Joaquim de Sousa Arnaud

    Teria sido menos pior, se a candidata tivesse tomado a precaução de não se expor a fotografias naquele estado. Quem já não pisou em algo sujo, levou uma cuspalhada quando passava por uma janela ou uma cervejada no meio de uma torcida adversária, `sacos de urina são jogados por aí e quem os leva não procura as câmeras, a melhor conclusão que se pode ter com a atitude de nossa candidata, foi a de ingenuidade, alguém do nosso lado no minimo achou que poderia “lucrar com o ocorrido”. O tiro ta saindo pela culatra, melhor esquecer isso. Quanto ao candidato Artur, isso é bem próprio de quem é raposa velha, ta sabendo se esquivar, mesmo que abdicando da ética e ofendendo inocentes como você.

  • Maria José Lima

    Dr. Daniel, me surpreendo de vê-lo envolvido na defesa pessoal da candidata. O senhor deixou de ser o advogado e passou a ser o porta-voz?

  • Daniel Fábio Jacob Nogueira

    Maria,
    No momento em que eu sou acusado de participar da suposta trama, tenho dever pessoal de limpar meu nome. A melhor forma de fazê-lo é demonstrar a verdade, mostrando que trama nenhuma ocorreu. Não estou aqui falando em nome da candidata. Estou falando em nome próprio, com o objetivo de deixar claro que não há qualquer chance de ter montado farsa alguma.

  • jaime

    A pessar de ser sempatisante do Artur n pactou. c nemhuma agreçao fidica comtra qualquer pesssoa. ja votei no Artur p o senado. Mais p cargo majoretario. eu fico c pé atraz. espero q a verdadade prevaleça. e que os culpados sejam punidos.

  • emerson

    Conheco o Dr. Marco Aurelio, e sei que e um profissional integro, um grande amigo, e alguem a margem de toda essa balburdia. Imputa-lo a paticipacao em uma suposta “armacao” e um verdadeiro absurdo. Uma vergonha!

  • Astor

    Se a candidata preferiu, por entender ser menos ou ”menas”(rsrsrs) humilhante sustentar que foi ovo e não cuspe, foi uma questão de foro intimo dela.
    Se teve a repercussão que teve inclusive fora do estado, os créditos se devem as circunstancias e as formas de cada um trabalhar e divulgar.
    Se deu errado, quem tem que assumir são as pessoas envolvidas e suas versões. Vc é apenas o advogado e não tem culpa nenhuma das hdas de seus clientes, nem se preocupe com isso.
    Abraço

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