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	<title>Comentários sobre: Por Que Existe Restrição Para a Publicidade de Advogados?</title>
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	<description>Blog Jurídico</description>
	<lastBuildDate>Sat, 04 Feb 2012 14:24:59 +0000</lastBuildDate>
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	<item>
		<title>Por: trollface</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/dia-a-dia/769#comment-41205</link>
		<dc:creator>trollface</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 13:46:15 +0000</pubDate>
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		<description>Bacana o blog!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bacana o blog!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcelo Augusto</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/dia-a-dia/769#comment-755</link>
		<dc:creator>Marcelo Augusto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 04:02:00 +0000</pubDate>
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		<description>Boa Noite.

Prezado Daniel,

              Realmente diante dessas atrocidades jurídicas dos advogados americanos, a forma como a ordem trata a publicidade dos advogados brasileiros é &quot;muito&quot; melhor do que a deles, mais com o advento da internet e outras formas de comunicação poderia a OAB nacional mudar a nossa publicidade de maneira a permitir tais aberrações que acontecem nos EUA.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa Noite.</p>
<p>Prezado Daniel,</p>
<p>              Realmente diante dessas atrocidades jurídicas dos advogados americanos, a forma como a ordem trata a publicidade dos advogados brasileiros é &#8220;muito&#8221; melhor do que a deles, mais com o advento da internet e outras formas de comunicação poderia a OAB nacional mudar a nossa publicidade de maneira a permitir tais aberrações que acontecem nos EUA.</p>
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		<title>Por: Marcos dos Santos Carmo Filho</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/dia-a-dia/769#comment-708</link>
		<dc:creator>Marcos dos Santos Carmo Filho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 16:44:36 +0000</pubDate>
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		<description>Eu acho que a restrição evita que haja uma erosão não do profissionalismo, mas da imagem da profissão, que é a consequência desses anúncios.

A preocupação do Eddington é uma realidade. Abrir um escritório logo após sair da faculdade sem ter conhecidos dispostos a pagar significaria sentar na sua salinha sem nada para fazer o dia inteiro. Efetivamente, o advogado que não tem quem o indique tem que correr atrás de clientes em portas de delegacias, PROCON, hospitais etc.

Mais interessante mesmo é que vejamos o ponto de vista dos clientes: se alguém precisar de um advogado hoje, não faz a mínima idéia de como proceder, não sabe se teria que pagar pela consulta, que advogados tem experiência ou estariam dispostos a cuidar da sua causa... sequer sabe se teria condições financeiras de contratar um advogado. 

Se não pode conseguir indicações, o cidadão acaba escolhendo no uni-duni-tê, porque não vai ter qualquer referência. E isso é prejudicial à Justiça e à advocacia, porque, às vezes, os valores cobrados por um bom profissional são mais acessíveis do que os potenciais clientes imaginam.

Ou mais absurdos do que deveriam. Algumas causas mais simples não requerem os serviços de uma sumidade. Se eu fosse um ex-réu, quem sabe eu não procurasse os serviços do nosso colega P&#039;Ta Mon. Pelo menos poderia presumir que ele já tem alguma experiência com o expungement.


Marcos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho que a restrição evita que haja uma erosão não do profissionalismo, mas da imagem da profissão, que é a consequência desses anúncios.</p>
<p>A preocupação do Eddington é uma realidade. Abrir um escritório logo após sair da faculdade sem ter conhecidos dispostos a pagar significaria sentar na sua salinha sem nada para fazer o dia inteiro. Efetivamente, o advogado que não tem quem o indique tem que correr atrás de clientes em portas de delegacias, PROCON, hospitais etc.</p>
<p>Mais interessante mesmo é que vejamos o ponto de vista dos clientes: se alguém precisar de um advogado hoje, não faz a mínima idéia de como proceder, não sabe se teria que pagar pela consulta, que advogados tem experiência ou estariam dispostos a cuidar da sua causa&#8230; sequer sabe se teria condições financeiras de contratar um advogado. </p>
<p>Se não pode conseguir indicações, o cidadão acaba escolhendo no uni-duni-tê, porque não vai ter qualquer referência. E isso é prejudicial à Justiça e à advocacia, porque, às vezes, os valores cobrados por um bom profissional são mais acessíveis do que os potenciais clientes imaginam.</p>
<p>Ou mais absurdos do que deveriam. Algumas causas mais simples não requerem os serviços de uma sumidade. Se eu fosse um ex-réu, quem sabe eu não procurasse os serviços do nosso colega P&#8217;Ta Mon. Pelo menos poderia presumir que ele já tem alguma experiência com o expungement.</p>
<p>Marcos.</p>
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	<item>
		<title>Por: Eddington Rocha</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/dia-a-dia/769#comment-707</link>
		<dc:creator>Eddington Rocha</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 14:27:56 +0000</pubDate>
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		<description>Se as regras que regem a publicidade para advogados fossem aplicadas em sua literalidade, o causídico basicamente deveria ficar em seu escritório esperando que o cliente &quot;caísse do céu&quot;.

Ainda sou estudante de Direito e posso estar errado em minha opinião, mas ainda é preciso haver uma grande evolução no modo que se faz a advocacia no Brasil. Não tenho muito conhecimento de como é a prática em países do exterior, mas o pouco que conheço é dos Estados Unidos, onde há tempos o escritório advocatício é tratado como uma empresa, até mesmo pelo nome (The Firm).

No Brasil já existem bancas de advogados com algumas décadas de funcionamento e corpo de funcionários bem extenso, pois esta é a melhor forma de se executar a advocacía de ponta, aquela que tem como clientes grandes empresas e conglomerados multinacionais. Mas, ainda assim, esbarram nas mesmas restrições de publicidade que aquele pequeno escritório.

Talvez seja uma questão de tempo. Como falei acima, agora que estamos deixando a visão limitada de que escritório jurídico é composto de &quot;secretária-estagiário-advogado&quot;, mas ainda com muito chão a caminhar rumo ao aperfeiçoamento do modo de &quot;vender&quot; a advocacia, pois é inegável que temos profissionais extremamente capazes, mas que muitas das vezes não sabem vender o seu &quot;produto&quot;: a advocacia.

Um ponto que eu achei bem interessante do texto comentado é quando diz que 

&quot;A resposta é uma inconveniente verdade: A classe de advogados em geral, como qualquer grupo de seres humanos, vai acabar se nivelando por baixo&quot;

Esta frase é uma inegável verdade, mas será que é realmente necessária esta limitação (somente) para os advogados?

O que vemos todos os dias na televisão são inúmeras propagandas esdrúxulas em todos os campos, sendo a pirotecnia meramente proporcional ao valor investido em publicidade, jamais em relação à qualidade do produto. Basta perguntar para uma criança qual iogurte é o melhor, o que tem hiperdosagem de açucares e que na publicidade aparece com imagens legais e bem boladas, ou o produto nutritivo de soja que vez ou outra aparece em uma propaganda?

Será que o problema está na publicidade advocatícia ou na publicidade abusiva que pode acontecer em qualquer ramo, até mesmo em serviços médicos e cirúrgicos?

Não sei onde lí isso, mas é uma triste verdade: No Brasil, existe o hábito de matar a vaca para resolver o problema de carrapato.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se as regras que regem a publicidade para advogados fossem aplicadas em sua literalidade, o causídico basicamente deveria ficar em seu escritório esperando que o cliente &#8220;caísse do céu&#8221;.</p>
<p>Ainda sou estudante de Direito e posso estar errado em minha opinião, mas ainda é preciso haver uma grande evolução no modo que se faz a advocacia no Brasil. Não tenho muito conhecimento de como é a prática em países do exterior, mas o pouco que conheço é dos Estados Unidos, onde há tempos o escritório advocatício é tratado como uma empresa, até mesmo pelo nome (The Firm).</p>
<p>No Brasil já existem bancas de advogados com algumas décadas de funcionamento e corpo de funcionários bem extenso, pois esta é a melhor forma de se executar a advocacía de ponta, aquela que tem como clientes grandes empresas e conglomerados multinacionais. Mas, ainda assim, esbarram nas mesmas restrições de publicidade que aquele pequeno escritório.</p>
<p>Talvez seja uma questão de tempo. Como falei acima, agora que estamos deixando a visão limitada de que escritório jurídico é composto de &#8220;secretária-estagiário-advogado&#8221;, mas ainda com muito chão a caminhar rumo ao aperfeiçoamento do modo de &#8220;vender&#8221; a advocacia, pois é inegável que temos profissionais extremamente capazes, mas que muitas das vezes não sabem vender o seu &#8220;produto&#8221;: a advocacia.</p>
<p>Um ponto que eu achei bem interessante do texto comentado é quando diz que </p>
<p>&#8220;A resposta é uma inconveniente verdade: A classe de advogados em geral, como qualquer grupo de seres humanos, vai acabar se nivelando por baixo&#8221;</p>
<p>Esta frase é uma inegável verdade, mas será que é realmente necessária esta limitação (somente) para os advogados?</p>
<p>O que vemos todos os dias na televisão são inúmeras propagandas esdrúxulas em todos os campos, sendo a pirotecnia meramente proporcional ao valor investido em publicidade, jamais em relação à qualidade do produto. Basta perguntar para uma criança qual iogurte é o melhor, o que tem hiperdosagem de açucares e que na publicidade aparece com imagens legais e bem boladas, ou o produto nutritivo de soja que vez ou outra aparece em uma propaganda?</p>
<p>Será que o problema está na publicidade advocatícia ou na publicidade abusiva que pode acontecer em qualquer ramo, até mesmo em serviços médicos e cirúrgicos?</p>
<p>Não sei onde lí isso, mas é uma triste verdade: No Brasil, existe o hábito de matar a vaca para resolver o problema de carrapato.</p>
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	<item>
		<title>Por: Mário Nogueira</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/dia-a-dia/769#comment-706</link>
		<dc:creator>Mário Nogueira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 14:19:49 +0000</pubDate>
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		<description>Decisão por celular
http://blogdaamazonia.blog.terra.com.br/2009/11/03/justica-do-acre-usa-torpedo-de-celular-para-proferir-sentenca-e-expedir-alvara-de-soltura/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Decisão por celular<br />
<a href="http://blogdaamazonia.blog.terra.com.br/2009/11/03/justica-do-acre-usa-torpedo-de-celular-para-proferir-sentenca-e-expedir-alvara-de-soltura/" rel="nofollow">http://blogdaamazonia.blog.terra.com.br/2009/11/03/justica-do-acre-usa-torpedo-de-celular-para-proferir-sentenca-e-expedir-alvara-de-soltura/</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/dia-a-dia/769#comment-701</link>
		<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 11:24:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blex.com.br/?p=769#comment-701</guid>
		<description>Aproveitando a deixa, gostaria de deixar aqui, nesse blog jurídico, meu protesto contra o texto publicado no blog do Holanda que sutilmente defende a restrição dos poderes da Justiça Eleitoral. Não bastasse nosso Presidente Lula dizer que não cabe à imprensa fiscalizar ou emitir juízo de valor sobre as ações do Governo, agora isso. Será que estamos em franco processo de venezuelização do Brasil? Será que estão tentando trazer a Revolução Bolivariana pra cá?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando a deixa, gostaria de deixar aqui, nesse blog jurídico, meu protesto contra o texto publicado no blog do Holanda que sutilmente defende a restrição dos poderes da Justiça Eleitoral. Não bastasse nosso Presidente Lula dizer que não cabe à imprensa fiscalizar ou emitir juízo de valor sobre as ações do Governo, agora isso. Será que estamos em franco processo de venezuelização do Brasil? Será que estão tentando trazer a Revolução Bolivariana pra cá?</p>
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