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	<title>Comentários sobre: A Falácia da Justiça Social no Judiciário</title>
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	<description>Blog Jurídico</description>
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		<title>Por: João Cirino Gomes</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/analise/723#comment-5030</link>
		<dc:creator>João Cirino Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 18:34:07 +0000</pubDate>
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		<description>Falar que luta contra as injustiças sociais é fácil, mas só confirmamos quem é quem, na hora de dar exemplos e assumir posições!
Muitos dos atos que acham secretos, não são tão secretos assim! 
Vamos divulgar as patifarias dos espertalhões, pois o povo precisa saber de onde vem a miséria, a violência e os maus exemplos. 
E perceber, como funciona a política na Brasil!
Pagamos impostos, para ter direito a Educação e Segurança; mas desde o descobrimento do Brasil, somos obrigados a conviver e confiar em gente hipócrita, mentirosa, oportunista e mesquinha, que pouco, ou nada se importa com a Pátria, ou, com seu semelhante! 
Se não fosse desta maneira, há muito seriamos o País mais rico do planeta, em todos os sentidos! 
Existem desvios de verbas, que debilita e desacredita a educação estadual e municipal, e os políticos tiram vantagens desta situação; pois, tanto montam escolas, como tomam parte nos lucros de outras, induzindo os que têm melhor poder aquisitivo, a procurar tais escolas particulares! Desta maneira, a maioria da população sem poder aquisitivo, continuara mal formada, e mal informada como sempre foi! 
Bom esquema não é mesmo?

E esta mesma formula é usada na área de segurança publica.  
Desviam-se verbas da segurança, montam-se, ou apóiam empresas de seguranças particulares! E além de nos explorar com impostos para manterem seus salários principescos, suas mordomias e as varias aposentadorias, ainda superfaturam, desde as construções dos presídios, até os custos dos presos; informando que cada um dos presos, que estão embolados em pequenos cubículos, custa para o governo, ou seja, para o povo que paga imposto, em torno de quatro mil e quinhentos reais, mensais! 
Será que eles não sabem que no Brasil muitos pais de famílias, trabalham de sol, a sol, a troco de salário mínimo, para se manter e sustentar sua família?
Será que eles não sabem que, uma faculdade em período integral não custa tanto? 
E será que, eles acham que a cadeia é mais instrutiva que uma faculdade?
Ai esta a conveniência em manter as cadeias superlotadas com as vitimas marginalizadas, deste sistema injusto, criado por uma corja corrupta e oportunista que só visa obter lucros!
E na área de saúde, os políticos tanto desviam verbas, deixando o povo em desespero em filas de INSS, como aproveitam para fazer sociedades em hospitais e planos de saúde particular, que lhes proporciona mais renda, pois com a saúde abandonada, estão induzindo o cidadão com melhor poder aquisitivo, a pagar plano da saúde particular! 
Sem contar que continuam nos cobrando taxas de IPVA, e muitos outros impostos, para construir e melhorar as estradas! Mas acontece que; depois de construir tais estradas com nossos impostos, eles, os políticos as privatizam para se favorecerem, ou favorecer seus amiguinhos, ou seus familiares; e somos obrigados a pagar absurdos, para rodar nas mesmas estradas, que foram construídas com nossos impostos! 
E o mais estranho, é que nunca tem verbas para dar o aumento garantido pela lei: que é bem clara; quando cita que; &gt; cada aposentado deve receber de acordo com sua contribuição! Sinal que não temos justiça, pois a lei, não vem sendo cumprida ou respeitada!
E os desfalques, a corrupção, e a injusta distribuição de renda, além de deixar a população sem opção de vida digna, ainda é a maior responsável pelo aumento da criminalidade, da violência e injustiça social!
No final, o pobre é quem mais paga imposto no Brasil; pois paga; e não debita o que gasta, do imposto de renda!

E para aumentar minha revolta, eu ajudei a eleger mais um salvador da pátria, que criticava os corruptos e ladrões, e se dizia defensor de uma justa distribuição de renda! Mas aconteceu; que depois de eleito, tanto ele se tornou milionário, como tornou seus amiguinhos e seus familiares, gênios, empresários, fazendeiros, bilionários da noite para o dia! Passou a defender aqueles que ele mesmo antes tanto criticava e com eles, passou a comer caviar e beber champanhe importado a ponto de urinar nas calças!
E devido ao interesse, em assumir cargos na ONU, passou a doar o sangue e suor dos trabalhadores e dos oprimidos, até aos países de primeiro mundo.
E as verbas que deveriam ser usadas para incentivo a cultura acaba sendo usada para publicar livros e filmes para promover e jogar confetes naqueles que se julgam semideuses! Enquanto a educação e a cultura permanecem abandonadas por falta de verbas! 
E com intuito de se perpetuar no poder, usa dinheiro dos cofres públicos para fazer campanha, apoiando uma ex-ladra e assassina para representar a população, e esconder suas imundices e enriquecimentos ilícitos!
Mas como uma pessoa, que exerce vários cargos ao mesmo tempo, todos com salários principescos, pode dizer que defende a justiça social e uma justa distribuição de renda? Quem consegue estar em dois, ou três lugares ao mesmo tempo?  É o caso da Dilma, que só da Petrobras, recebe mais de um milhão por ano sem ir ao emprego!
Com tanto desemprego no País, isso é justo?
E não venha dizer que o povo é dono do petróleo; pois o cidadão em Países visinhos, onde nem um poço de petróleo tem, está comprando combustível puro pela metade do valor, que pagamos por um combustível adulterado, ou pelo gás de cozinha, que é gênero de primeira necessidade!
Por este motivo, meu voto de confiança será no NULO: DIGITAREI 0000 E confirmarei!
Enquanto poucos ganham muito, sem fazer nada, o povo vive de miséria, ou desempregados sobrevivendo de esmolas, sem dignidade em currais eleitorais!
E falar em projetos felicidades neste país de miseráveis! “Vamos ser realistas” Isso é inocência e simplicidade, ou muita demagogia e hipocrisia!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falar que luta contra as injustiças sociais é fácil, mas só confirmamos quem é quem, na hora de dar exemplos e assumir posições!<br />
Muitos dos atos que acham secretos, não são tão secretos assim!<br />
Vamos divulgar as patifarias dos espertalhões, pois o povo precisa saber de onde vem a miséria, a violência e os maus exemplos.<br />
E perceber, como funciona a política na Brasil!<br />
Pagamos impostos, para ter direito a Educação e Segurança; mas desde o descobrimento do Brasil, somos obrigados a conviver e confiar em gente hipócrita, mentirosa, oportunista e mesquinha, que pouco, ou nada se importa com a Pátria, ou, com seu semelhante!<br />
Se não fosse desta maneira, há muito seriamos o País mais rico do planeta, em todos os sentidos!<br />
Existem desvios de verbas, que debilita e desacredita a educação estadual e municipal, e os políticos tiram vantagens desta situação; pois, tanto montam escolas, como tomam parte nos lucros de outras, induzindo os que têm melhor poder aquisitivo, a procurar tais escolas particulares! Desta maneira, a maioria da população sem poder aquisitivo, continuara mal formada, e mal informada como sempre foi!<br />
Bom esquema não é mesmo?</p>
<p>E esta mesma formula é usada na área de segurança publica.<br />
Desviam-se verbas da segurança, montam-se, ou apóiam empresas de seguranças particulares! E além de nos explorar com impostos para manterem seus salários principescos, suas mordomias e as varias aposentadorias, ainda superfaturam, desde as construções dos presídios, até os custos dos presos; informando que cada um dos presos, que estão embolados em pequenos cubículos, custa para o governo, ou seja, para o povo que paga imposto, em torno de quatro mil e quinhentos reais, mensais!<br />
Será que eles não sabem que no Brasil muitos pais de famílias, trabalham de sol, a sol, a troco de salário mínimo, para se manter e sustentar sua família?<br />
Será que eles não sabem que, uma faculdade em período integral não custa tanto?<br />
E será que, eles acham que a cadeia é mais instrutiva que uma faculdade?<br />
Ai esta a conveniência em manter as cadeias superlotadas com as vitimas marginalizadas, deste sistema injusto, criado por uma corja corrupta e oportunista que só visa obter lucros!<br />
E na área de saúde, os políticos tanto desviam verbas, deixando o povo em desespero em filas de INSS, como aproveitam para fazer sociedades em hospitais e planos de saúde particular, que lhes proporciona mais renda, pois com a saúde abandonada, estão induzindo o cidadão com melhor poder aquisitivo, a pagar plano da saúde particular!<br />
Sem contar que continuam nos cobrando taxas de IPVA, e muitos outros impostos, para construir e melhorar as estradas! Mas acontece que; depois de construir tais estradas com nossos impostos, eles, os políticos as privatizam para se favorecerem, ou favorecer seus amiguinhos, ou seus familiares; e somos obrigados a pagar absurdos, para rodar nas mesmas estradas, que foram construídas com nossos impostos!<br />
E o mais estranho, é que nunca tem verbas para dar o aumento garantido pela lei: que é bem clara; quando cita que; &gt; cada aposentado deve receber de acordo com sua contribuição! Sinal que não temos justiça, pois a lei, não vem sendo cumprida ou respeitada!<br />
E os desfalques, a corrupção, e a injusta distribuição de renda, além de deixar a população sem opção de vida digna, ainda é a maior responsável pelo aumento da criminalidade, da violência e injustiça social!<br />
No final, o pobre é quem mais paga imposto no Brasil; pois paga; e não debita o que gasta, do imposto de renda!</p>
<p>E para aumentar minha revolta, eu ajudei a eleger mais um salvador da pátria, que criticava os corruptos e ladrões, e se dizia defensor de uma justa distribuição de renda! Mas aconteceu; que depois de eleito, tanto ele se tornou milionário, como tornou seus amiguinhos e seus familiares, gênios, empresários, fazendeiros, bilionários da noite para o dia! Passou a defender aqueles que ele mesmo antes tanto criticava e com eles, passou a comer caviar e beber champanhe importado a ponto de urinar nas calças!<br />
E devido ao interesse, em assumir cargos na ONU, passou a doar o sangue e suor dos trabalhadores e dos oprimidos, até aos países de primeiro mundo.<br />
E as verbas que deveriam ser usadas para incentivo a cultura acaba sendo usada para publicar livros e filmes para promover e jogar confetes naqueles que se julgam semideuses! Enquanto a educação e a cultura permanecem abandonadas por falta de verbas!<br />
E com intuito de se perpetuar no poder, usa dinheiro dos cofres públicos para fazer campanha, apoiando uma ex-ladra e assassina para representar a população, e esconder suas imundices e enriquecimentos ilícitos!<br />
Mas como uma pessoa, que exerce vários cargos ao mesmo tempo, todos com salários principescos, pode dizer que defende a justiça social e uma justa distribuição de renda? Quem consegue estar em dois, ou três lugares ao mesmo tempo?  É o caso da Dilma, que só da Petrobras, recebe mais de um milhão por ano sem ir ao emprego!<br />
Com tanto desemprego no País, isso é justo?<br />
E não venha dizer que o povo é dono do petróleo; pois o cidadão em Países visinhos, onde nem um poço de petróleo tem, está comprando combustível puro pela metade do valor, que pagamos por um combustível adulterado, ou pelo gás de cozinha, que é gênero de primeira necessidade!<br />
Por este motivo, meu voto de confiança será no NULO: DIGITAREI 0000 E confirmarei!<br />
Enquanto poucos ganham muito, sem fazer nada, o povo vive de miséria, ou desempregados sobrevivendo de esmolas, sem dignidade em currais eleitorais!<br />
E falar em projetos felicidades neste país de miseráveis! “Vamos ser realistas” Isso é inocência e simplicidade, ou muita demagogia e hipocrisia!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Camaruã</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/analise/723#comment-1849</link>
		<dc:creator>Camaruã</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 02:53:39 +0000</pubDate>
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		<description>Por que será que há tanta corrupção na justiça? Que vergonha e ainda pousa de sérios e honestos quando transitam no meio do povo, ou quando estão falando com alguém, mas agem na surdina, vendondo sentenças e ecisões, pois toda decisão absurda, como a do Amazonino, tem alguma coisa por baixo dos panos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por que será que há tanta corrupção na justiça? Que vergonha e ainda pousa de sérios e honestos quando transitam no meio do povo, ou quando estão falando com alguém, mas agem na surdina, vendondo sentenças e ecisões, pois toda decisão absurda, como a do Amazonino, tem alguma coisa por baixo dos panos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Entendendo o Anteprojeto do CPC: Incidente de Coletivização e Class Action Lawsuits &#171; bLex</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/analise/723#comment-1330</link>
		<dc:creator>Entendendo o Anteprojeto do CPC: Incidente de Coletivização e Class Action Lawsuits &#171; bLex</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 19:12:55 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Nestes casos, alguns juízes fingem desconhecer o impacto que tem as decisões e tendem a praticar a tal justiça social judicial que tanto criticamos. Se o julgador tem obrigação de tomar uma decisão uniforme para uma classe [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Nestes casos, alguns juízes fingem desconhecer o impacto que tem as decisões e tendem a praticar a tal justiça social judicial que tanto criticamos. Se o julgador tem obrigação de tomar uma decisão uniforme para uma classe [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Fábio Jacob Nogueira</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/analise/723#comment-1079</link>
		<dc:creator>Daniel Fábio Jacob Nogueira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 00:16:51 +0000</pubDate>
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		<description>Daniel Ferreira,
A frase citada é dita no longa-metragem &quot;V de Vingança&quot; pelo personagem-título logo antes dele explodir o prédio que abriga a as corte criminais de Londres.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel Ferreira,<br />
A frase citada é dita no longa-metragem &#8220;V de Vingança&#8221; pelo personagem-título logo antes dele explodir o prédio que abriga a as corte criminais de Londres.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Ferreira</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/analise/723#comment-1068</link>
		<dc:creator>Daniel Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 03:19:23 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Daniel (também),

Longe de me envolver na discussão doutrinária acima, eu só gostaria que você me dissesse o nome do filme em que viu a frase &quot;É à Madame Justiça que dedico este concerto, por conta das férias que tirou destas partes, e em reconhecimento à impostora assentada em seu trono&quot;, belíssima por sinal. Obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Daniel (também),</p>
<p>Longe de me envolver na discussão doutrinária acima, eu só gostaria que você me dissesse o nome do filme em que viu a frase &#8220;É à Madame Justiça que dedico este concerto, por conta das férias que tirou destas partes, e em reconhecimento à impostora assentada em seu trono&#8221;, belíssima por sinal. Obrigado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Adv</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/analise/723#comment-729</link>
		<dc:creator>Ricardo Adv</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 01:06:36 +0000</pubDate>
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		<description>Daniel,

Realmente, você tem razão. Parabéns pelo post, muito interessante e inteligente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel,</p>
<p>Realmente, você tem razão. Parabéns pelo post, muito interessante e inteligente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Fábio Jacob Nogueira</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/analise/723#comment-552</link>
		<dc:creator>Daniel Fábio Jacob Nogueira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 06:19:44 +0000</pubDate>
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		<description>Norma Justa, 

Estás corretíssima(o) quanto à questão de &quot;diminuição uniforme&quot;. O que quis dizer é que deveria haver &quot;diminuição proporcionalmente equitativa, e uniforme dentro das respectivas faixas de contribuição&quot; mas ia ficar confuso, especialmente em razão do enfoque do texto não ter sido tributário. De qualquer modo, agradeço o esclarecimento aos demais leitores.

Fabão,

O viés ideológico de um ou de outro lado corrompe a Justiça. Tanto o juiz que tudo dá quanto o que tudo nega viola seu dever funcional. O que o julgador deve fazer é analisar os fatos do caso, e a ele aplicar o direito, com abtração das partes em litígio. Deve ainda reconhecer as suas inclinações pessoais, a ponto de assegurar que as mesmas não interfiram com a sua missão de julgar com imparcialidade - e verdadeira Justiça -  os casos postos à sua jurisdição. De qualquer modo, brilhante comentário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Norma Justa, </p>
<p>Estás corretíssima(o) quanto à questão de &#8220;diminuição uniforme&#8221;. O que quis dizer é que deveria haver &#8220;diminuição proporcionalmente equitativa, e uniforme dentro das respectivas faixas de contribuição&#8221; mas ia ficar confuso, especialmente em razão do enfoque do texto não ter sido tributário. De qualquer modo, agradeço o esclarecimento aos demais leitores.</p>
<p>Fabão,</p>
<p>O viés ideológico de um ou de outro lado corrompe a Justiça. Tanto o juiz que tudo dá quanto o que tudo nega viola seu dever funcional. O que o julgador deve fazer é analisar os fatos do caso, e a ele aplicar o direito, com abtração das partes em litígio. Deve ainda reconhecer as suas inclinações pessoais, a ponto de assegurar que as mesmas não interfiram com a sua missão de julgar com imparcialidade &#8211; e verdadeira Justiça &#8211;  os casos postos à sua jurisdição. De qualquer modo, brilhante comentário.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Fábio Jacob Nogueira</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/analise/723#comment-549</link>
		<dc:creator>Daniel Fábio Jacob Nogueira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 06:03:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blex.com.br/?p=723#comment-549</guid>
		<description>Cara Menga,

Obrigado pela comentário. Fico feliz que nosso pequeno projeto já tenha alcançado audiência entre um pilares do jornalismo amazonense. Fico lisonjeado que tenha sido recebido com palavras tão generosas. 

Magno, 

Infelizmente estou um pouco apertado de tempo para responder ao teu questionamento. Recomendo que perguntes do nosso colega Fabian, que tem intimidade com a área de direito educacional.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Menga,</p>
<p>Obrigado pela comentário. Fico feliz que nosso pequeno projeto já tenha alcançado audiência entre um pilares do jornalismo amazonense. Fico lisonjeado que tenha sido recebido com palavras tão generosas. </p>
<p>Magno, </p>
<p>Infelizmente estou um pouco apertado de tempo para responder ao teu questionamento. Recomendo que perguntes do nosso colega Fabian, que tem intimidade com a área de direito educacional.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Fábio Jacob Nogueira</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/analise/723#comment-548</link>
		<dc:creator>Daniel Fábio Jacob Nogueira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 05:57:11 +0000</pubDate>
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		<description>Peço desculpas a todos pela demora em responder. Estou fora de Manaus e com problema para acessar o computador. De qualquer sorte, vamos lá:

Chase,

Reitero o que disse. A verdadeira, abstrata e proverbial justiça não tem ideologia. Os juízes, que são humanos, têm. Assim, como a justiça precisa ser feita por intermédio de humanos (com suas imperfeições ínsitas), haverá sempre interferencia destes últimos naquela primeira. No entanto tal interferência deve ser reconhecida e evitada, sob pena de se converter a justiça num instrumento ideológico (e não esse o seu fim).

Juarez, 

A minha posição é justamente que tais artigos - de natureza programática, que definem os objetivos do Estado - não podem ser a única justificativa de um magistrado decidir. Eu consigo justificar qualquer decisão que você queira (ignorando o direito positivo específico de cada caso) nos tais preceitos abstratos da Constituição. Assim, essa tentativa de aplicar princícios de justiça social no judiciário acaba sendo uma violência ao próprio estado democrático de direito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Peço desculpas a todos pela demora em responder. Estou fora de Manaus e com problema para acessar o computador. De qualquer sorte, vamos lá:</p>
<p>Chase,</p>
<p>Reitero o que disse. A verdadeira, abstrata e proverbial justiça não tem ideologia. Os juízes, que são humanos, têm. Assim, como a justiça precisa ser feita por intermédio de humanos (com suas imperfeições ínsitas), haverá sempre interferencia destes últimos naquela primeira. No entanto tal interferência deve ser reconhecida e evitada, sob pena de se converter a justiça num instrumento ideológico (e não esse o seu fim).</p>
<p>Juarez, </p>
<p>A minha posição é justamente que tais artigos &#8211; de natureza programática, que definem os objetivos do Estado &#8211; não podem ser a única justificativa de um magistrado decidir. Eu consigo justificar qualquer decisão que você queira (ignorando o direito positivo específico de cada caso) nos tais preceitos abstratos da Constituição. Assim, essa tentativa de aplicar princícios de justiça social no judiciário acaba sendo uma violência ao próprio estado democrático de direito.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: O ACREANO</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/analise/723#comment-535</link>
		<dc:creator>O ACREANO</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 16:23:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blex.com.br/?p=723#comment-535</guid>
		<description>SEREI MAIS SIMPLÓRIO. O QUE ACONTECE NO BRASIL SÃO LEI RECHEADAS DE BRECHAS QUE FACILITAM OS OS ADVOGADOS A BAILAREM
POR ENTRE ELAS. A MÁXIMA É A CORRETA: &quot;QUEM PODE MAIS, CHORA MENOS.&quot; PARABÉNS PELO COMENTÁRIO.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SEREI MAIS SIMPLÓRIO. O QUE ACONTECE NO BRASIL SÃO LEI RECHEADAS DE BRECHAS QUE FACILITAM OS OS ADVOGADOS A BAILAREM<br />
POR ENTRE ELAS. A MÁXIMA É A CORRETA: &#8220;QUEM PODE MAIS, CHORA MENOS.&#8221; PARABÉNS PELO COMENTÁRIO.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fabão</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/analise/723#comment-527</link>
		<dc:creator>Fabão</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 18:56:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blex.com.br/?p=723#comment-527</guid>
		<description>Veio-me à mente uma frase que já ouvi: &quot;fazer caridade com o dinheiro alheio é fácil&quot;. Certa feita patrocinei uma empresa que havia sido furtada por funcionários, os quais ainda foram brindados com indenizações por danos morais, em razão da humilhação a que foram submetidos, pasmem, por ter sido acionado o aparelho policial. Quer dizer que as funções legalmente instituídas da polícia judiciária não podem mais ser exercidas? Já pensou se a moda pega? Pensem na quantidade de suspeitos que iriam enriquecer agora... Mas isso passa a ser um problema menor diante da reflexão que adiante farei.

Na visão de Hans Kelsen, o direito é instrumento de distribuição do bem comum (ou deveria ser). Saindo da definição romântica e voltando pra real, sabe-se hoje que o direito nada mais é que instrumento de dominação. Uma merrequinha aqui, outra ali, obtida na seara judiciária não modifica o quadro de exclusão a que estão submetidos os hipossuficientes de toda ordem, que me perdoe o blogueiro. Quando falo &quot;merrequinha&quot;, que não saltem os opositores bravejando que há muitas causas de meio milhão de reais ou mais, etc., etc. É merrequinha sim, se comparada ao meio (não) circulante entre pobres e ricos.

A questão posta ao juiz idealista acaba ficando nesses vieses: 1) represento o Estado que desassiste ao cidadão, mas não estou burocraticamente no lugar correto para corrigir essa distorção; ou 2) represento o Estado que desassiste ao cidadão, mas o formalismo da constituição dos poderes não é uma questão significante o suficiente para me fazer ignorar que aqui é o único lugar em que esse cidadão não vai ser preterido.

Importante lembrar que a exclusão financeira tem efeito dominó e se refletirá cruelmente em TODO momento da vida do cidadão, gesumbiando, sei lá! Como bem conhece o Clóvis Barreto, o cara perde na educação, na saúde, no lazer, no convívio, na... bom parar!

Pretender uma justiça isenta é utopia. Sabemos que não existe qualquer produção científica imparcial. Os juízes que negam tudo aos desassistidos também são idealistas. E sabemos que eles existem. Se essa ideologia é mais perversa ou não, não cabe aqui discutir.

Como disse acima o Chase, todos temos ideologia. Se você cobra um Judiciário isento, que tal produzir um texto sobre os juízes que mencionei acima, que são pelas empresas até a morte?

PS: Muito bom o último gráfico, do desvio huahauauaua</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Veio-me à mente uma frase que já ouvi: &#8220;fazer caridade com o dinheiro alheio é fácil&#8221;. Certa feita patrocinei uma empresa que havia sido furtada por funcionários, os quais ainda foram brindados com indenizações por danos morais, em razão da humilhação a que foram submetidos, pasmem, por ter sido acionado o aparelho policial. Quer dizer que as funções legalmente instituídas da polícia judiciária não podem mais ser exercidas? Já pensou se a moda pega? Pensem na quantidade de suspeitos que iriam enriquecer agora&#8230; Mas isso passa a ser um problema menor diante da reflexão que adiante farei.</p>
<p>Na visão de Hans Kelsen, o direito é instrumento de distribuição do bem comum (ou deveria ser). Saindo da definição romântica e voltando pra real, sabe-se hoje que o direito nada mais é que instrumento de dominação. Uma merrequinha aqui, outra ali, obtida na seara judiciária não modifica o quadro de exclusão a que estão submetidos os hipossuficientes de toda ordem, que me perdoe o blogueiro. Quando falo &#8220;merrequinha&#8221;, que não saltem os opositores bravejando que há muitas causas de meio milhão de reais ou mais, etc., etc. É merrequinha sim, se comparada ao meio (não) circulante entre pobres e ricos.</p>
<p>A questão posta ao juiz idealista acaba ficando nesses vieses: 1) represento o Estado que desassiste ao cidadão, mas não estou burocraticamente no lugar correto para corrigir essa distorção; ou 2) represento o Estado que desassiste ao cidadão, mas o formalismo da constituição dos poderes não é uma questão significante o suficiente para me fazer ignorar que aqui é o único lugar em que esse cidadão não vai ser preterido.</p>
<p>Importante lembrar que a exclusão financeira tem efeito dominó e se refletirá cruelmente em TODO momento da vida do cidadão, gesumbiando, sei lá! Como bem conhece o Clóvis Barreto, o cara perde na educação, na saúde, no lazer, no convívio, na&#8230; bom parar!</p>
<p>Pretender uma justiça isenta é utopia. Sabemos que não existe qualquer produção científica imparcial. Os juízes que negam tudo aos desassistidos também são idealistas. E sabemos que eles existem. Se essa ideologia é mais perversa ou não, não cabe aqui discutir.</p>
<p>Como disse acima o Chase, todos temos ideologia. Se você cobra um Judiciário isento, que tal produzir um texto sobre os juízes que mencionei acima, que são pelas empresas até a morte?</p>
<p>PS: Muito bom o último gráfico, do desvio huahauauaua</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Norma Justa</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/analise/723#comment-515</link>
		<dc:creator>Norma Justa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 09:22:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blex.com.br/?p=723#comment-515</guid>
		<description>De início, é bom que se afirme que, diferentemente do que propugna o Dr. Daniel, não estaríamos em uma sociedade mais justa se, ao contribuirmos com nossos impostos, tívessemos todos uma &quot;diminuição uniforme&quot; de nosso patrimônio. Nem justo seria se fôssemos todos agraciados de forma homogênea. O princípio da progressividade tributária, adotado até pelas sociedades capitalistas mais selvagens, é um reconhecimento de que devem contribuir desigualmente os desiguais, se não por outras razões, pelo simples reconhecimento de que as burras estatais se enchem mais rapidamente se os maiores nacos, percentualmente e em valores absolutos,  vierem dos mais aquinhoados. Seria isso &quot;socialismo tributário&quot;? Evidentemente que não. Temos ai uma falsa premissa que, felizmente, não afeta os resultados. Se isso ocorre, é porque a premissa falsa é desnecessária às conclusões que se seguem. E na verdade, é falsa e desnecessária. O que seria justo e desejável, isto sim, é que todos os que se situassem em um determinado patamar na sociedade contribuissem de forma igual a todos os outros localizados nesse mesmo patamar e fossem igualmente beneficiados. Seria assim como desejar que a TV-Lar e a Bemol pagassem impostos na mesma proporção(interessante verificar o disparate entre as duas empresas) e que o percentual e o montante de suas respectivas contribuições não dependessem de ter contadores espertos ou advogados ladinos. Seria assim como desejar que os incentivos fiscais auferidos pela LG e pela Sony fossem compatíveis entre si. Seria assim como desejar que as escolas de Itamaraty fossem tão boas quanto as de Parintins.

O que o blogueiro não enfatizou suficientemente foi o fato de admitir, para desenvolver a sua cadeia de raciocínio lógico, que, in casu, FALTAVA RAZÃO AO HIPOSSUFICIENTE e, ainda assim, a decisão judicial lhe foi favorável em decorrência exclusiva dessa hipossuficiência e por nada mais.  Esse, o verdadeiro pressuposto que sustenta toda a argumentação brilhantemente desenvolvida.

Certamente que a ação do Estado Social, indispensável mesmo nas sociedades liberais mais empedernidas, pode e deve ser assegurada para amainar os efeitos típicos das economias reais. Mas isso deve estar sempre na seara de atuação do Legislativo, por sua capacidade de universalização dos ônus e bônus, jamais pela ação isolada de robinhoods judiciais, que estariam pontualmente distribuindo prêmios e castigos, efetivamente contribuindo para a desarmonia e o desequilíbrio da sociedade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De início, é bom que se afirme que, diferentemente do que propugna o Dr. Daniel, não estaríamos em uma sociedade mais justa se, ao contribuirmos com nossos impostos, tívessemos todos uma &#8220;diminuição uniforme&#8221; de nosso patrimônio. Nem justo seria se fôssemos todos agraciados de forma homogênea. O princípio da progressividade tributária, adotado até pelas sociedades capitalistas mais selvagens, é um reconhecimento de que devem contribuir desigualmente os desiguais, se não por outras razões, pelo simples reconhecimento de que as burras estatais se enchem mais rapidamente se os maiores nacos, percentualmente e em valores absolutos,  vierem dos mais aquinhoados. Seria isso &#8220;socialismo tributário&#8221;? Evidentemente que não. Temos ai uma falsa premissa que, felizmente, não afeta os resultados. Se isso ocorre, é porque a premissa falsa é desnecessária às conclusões que se seguem. E na verdade, é falsa e desnecessária. O que seria justo e desejável, isto sim, é que todos os que se situassem em um determinado patamar na sociedade contribuissem de forma igual a todos os outros localizados nesse mesmo patamar e fossem igualmente beneficiados. Seria assim como desejar que a TV-Lar e a Bemol pagassem impostos na mesma proporção(interessante verificar o disparate entre as duas empresas) e que o percentual e o montante de suas respectivas contribuições não dependessem de ter contadores espertos ou advogados ladinos. Seria assim como desejar que os incentivos fiscais auferidos pela LG e pela Sony fossem compatíveis entre si. Seria assim como desejar que as escolas de Itamaraty fossem tão boas quanto as de Parintins.</p>
<p>O que o blogueiro não enfatizou suficientemente foi o fato de admitir, para desenvolver a sua cadeia de raciocínio lógico, que, in casu, FALTAVA RAZÃO AO HIPOSSUFICIENTE e, ainda assim, a decisão judicial lhe foi favorável em decorrência exclusiva dessa hipossuficiência e por nada mais.  Esse, o verdadeiro pressuposto que sustenta toda a argumentação brilhantemente desenvolvida.</p>
<p>Certamente que a ação do Estado Social, indispensável mesmo nas sociedades liberais mais empedernidas, pode e deve ser assegurada para amainar os efeitos típicos das economias reais. Mas isso deve estar sempre na seara de atuação do Legislativo, por sua capacidade de universalização dos ônus e bônus, jamais pela ação isolada de robinhoods judiciais, que estariam pontualmente distribuindo prêmios e castigos, efetivamente contribuindo para a desarmonia e o desequilíbrio da sociedade.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: magno</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/analise/723#comment-514</link>
		<dc:creator>magno</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 06:34:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blex.com.br/?p=723#comment-514</guid>
		<description>OLA DANIEL
REPAREI QUE VC É O INTEGRANTE QUE POSSUI MAIS POST 
POSSUI MAIS ARGUMENTOS, E PARECE SER MAIS EXPERIENTE TBN
QUERIA QUE VC ME DESSE UMA DIREÇÃO FALANDO SOBRE JUSTIÇA SOCIAL
ACOMPANHANDO ESSE BLOG NAO PODIA DEIXAR DE TE PEDIR UMA LUZ!
me esclareça por favor esse caso bem curioso…
eu me formei no ensino medio no espirito santo e atualmente moro no rio de janeiro
acontece que eu to querendo entrar na faculdade só que alguns impecilhos referente
à ducumentos estao impedindo
o maior deles é a publicação em diario oficial de conclusao do ensino medio
segundo a SEDU(ESPIRITO SANTO) no estado nao ha a pratica de publicação em diario oficial
porem a faculdade onde eu quero cursar(RIO DE JANEIRO) informou-me que em hipotese alguma eles vao me matricular sem a publicação
segundo informações de um representante do MEC, a faculdade deve sim obrigatoriamente aceitar minha matricula em 2 hipoteses…. a primeira se eu tiver a publicação e a segunda …. se no meu certificado tiver o carimbo da SEDU(ES) … esse certificado encontra-se ainda na escola estadual no espirito santo, segundo a secretaria da escola ., o certificado possui o tal carimbo de altenticidade…. entaum fui a faculdade aqui no rio onde moro e expliqei pra eles tdo esse processo e assim msm minha matricula foi negada…. estou muito abatido pois eu só qero estudar.
queria saber, se a faculdade esta errada no que ela ta fazendo comigo pq estou pensando seriamente em procurar os recursos judiciarios e pedir indenização ja gastei uminheirao com telefone fazendo ligaçoes inter-estaduais sabe quela coisa chata de tdo mundo te perguntar  ...&quot;&quot;&quot;e a faculdade magno? vc num disse que ia começar en agosto? &quot;&quot;&quot; aquela frustração sabe se o senhor tiver algum conhecimento sobre o caso pois a secretaria de educação do espirito santo disse que nao faz publicação, a faculdade onde eu quero estudar diz que nao me matriculara de jieto nenhum sem a tal publicação, assim entao eu fico sem saber oque fazer segundo do sua experiencia no judiciario a culpa é do estado do espirito santo ou da faculdade aqui no rio? oque a faculdade ta fazendo é lícito ou ilícito?….me da uma luz ai por favor agradeço desde ja</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OLA DANIEL<br />
REPAREI QUE VC É O INTEGRANTE QUE POSSUI MAIS POST<br />
POSSUI MAIS ARGUMENTOS, E PARECE SER MAIS EXPERIENTE TBN<br />
QUERIA QUE VC ME DESSE UMA DIREÇÃO FALANDO SOBRE JUSTIÇA SOCIAL<br />
ACOMPANHANDO ESSE BLOG NAO PODIA DEIXAR DE TE PEDIR UMA LUZ!<br />
me esclareça por favor esse caso bem curioso…<br />
eu me formei no ensino medio no espirito santo e atualmente moro no rio de janeiro<br />
acontece que eu to querendo entrar na faculdade só que alguns impecilhos referente<br />
à ducumentos estao impedindo<br />
o maior deles é a publicação em diario oficial de conclusao do ensino medio<br />
segundo a SEDU(ESPIRITO SANTO) no estado nao ha a pratica de publicação em diario oficial<br />
porem a faculdade onde eu quero cursar(RIO DE JANEIRO) informou-me que em hipotese alguma eles vao me matricular sem a publicação<br />
segundo informações de um representante do MEC, a faculdade deve sim obrigatoriamente aceitar minha matricula em 2 hipoteses…. a primeira se eu tiver a publicação e a segunda …. se no meu certificado tiver o carimbo da SEDU(ES) … esse certificado encontra-se ainda na escola estadual no espirito santo, segundo a secretaria da escola ., o certificado possui o tal carimbo de altenticidade…. entaum fui a faculdade aqui no rio onde moro e expliqei pra eles tdo esse processo e assim msm minha matricula foi negada…. estou muito abatido pois eu só qero estudar.<br />
queria saber, se a faculdade esta errada no que ela ta fazendo comigo pq estou pensando seriamente em procurar os recursos judiciarios e pedir indenização ja gastei uminheirao com telefone fazendo ligaçoes inter-estaduais sabe quela coisa chata de tdo mundo te perguntar  &#8230;&#8221;"&#8221;e a faculdade magno? vc num disse que ia começar en agosto? &#8220;&#8221;" aquela frustração sabe se o senhor tiver algum conhecimento sobre o caso pois a secretaria de educação do espirito santo disse que nao faz publicação, a faculdade onde eu quero estudar diz que nao me matriculara de jieto nenhum sem a tal publicação, assim entao eu fico sem saber oque fazer segundo do sua experiencia no judiciario a culpa é do estado do espirito santo ou da faculdade aqui no rio? oque a faculdade ta fazendo é lícito ou ilícito?….me da uma luz ai por favor agradeço desde ja</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: hermengarda junqueira</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/analise/723#comment-505</link>
		<dc:creator>hermengarda junqueira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 13:30:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blex.com.br/?p=723#comment-505</guid>
		<description>Dr. Daniel:
Saiba que com este trabalho voce esta oferecendo expressiva colaboracao aos leitores, ao universo juridico e a cultura amazonense.
A discussao de temas importantes como este, por exemplo, alargam a estreita estrada pela qual caminham as pessoas interessadas em busca de conhecimentos socio-economico-juridicos. Ha uma feliz e estridente novidade em tudo isso. E eh por isso que quero parabeniza-lo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. Daniel:<br />
Saiba que com este trabalho voce esta oferecendo expressiva colaboracao aos leitores, ao universo juridico e a cultura amazonense.<br />
A discussao de temas importantes como este, por exemplo, alargam a estreita estrada pela qual caminham as pessoas interessadas em busca de conhecimentos socio-economico-juridicos. Ha uma feliz e estridente novidade em tudo isso. E eh por isso que quero parabeniza-lo!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Juarez Silva (Manaus)</title>
		<link>http://blex.com.br/index.php/2009/analise/723#comment-503</link>
		<dc:creator>Juarez Silva (Manaus)</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 07:22:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blex.com.br/?p=723#comment-503</guid>
		<description>Assunto polêmico, mas a &quot;defesa&quot; do raciocínio foi esmerada (inclusive pelo uso dos gráficos).
Só não entendo que o conceito de &quot;Justiça Social&quot; foi plenamente alcançado e avaliado apenas com as situações aventadas. O citado art. 3o. da CF realmente dá a linha do que se pretende como resultado de uma atuação judiciária menos formalista e mais socialmente justa.

Logo, não dá para simplificar e entender como &quot;Justiça Social&quot; meramente a tendência a beneficiar automaticamente a parte mais fraca econômicamente, em detrimento da mais forte...(casos das demandas entre consumidores e empresas fornecedoras); ao se falar em &quot;Justiça Social&quot; há que se considerar outros cenários e uma análise com mais alteridade da relevância de fatores outros de desigualação tradicionais e arraigados, que podem tornar injusto (aristotélicamente falando) um julgamento; pior, possivelmente acentuando uma inversão de valores e com efeitos sociais particulares e coletivos extremamente danosos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Assunto polêmico, mas a &#8220;defesa&#8221; do raciocínio foi esmerada (inclusive pelo uso dos gráficos).<br />
Só não entendo que o conceito de &#8220;Justiça Social&#8221; foi plenamente alcançado e avaliado apenas com as situações aventadas. O citado art. 3o. da CF realmente dá a linha do que se pretende como resultado de uma atuação judiciária menos formalista e mais socialmente justa.</p>
<p>Logo, não dá para simplificar e entender como &#8220;Justiça Social&#8221; meramente a tendência a beneficiar automaticamente a parte mais fraca econômicamente, em detrimento da mais forte&#8230;(casos das demandas entre consumidores e empresas fornecedoras); ao se falar em &#8220;Justiça Social&#8221; há que se considerar outros cenários e uma análise com mais alteridade da relevância de fatores outros de desigualação tradicionais e arraigados, que podem tornar injusto (aristotélicamente falando) um julgamento; pior, possivelmente acentuando uma inversão de valores e com efeitos sociais particulares e coletivos extremamente danosos.</p>
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